terça-feira, 14 de julho de 2009

Como diminuir a resistência nos feedbacks

Ser descritivo, no lugar de avaliativo, e ser específico, em vez de generalista. Essas duas recomendações são essenciais na hora do feedback. A primeira diz respeito aos relatos objetivos, que evitam julgamentos, de maneira que é melhor citar "aquele equipamento que custou R$ 20 mil" do que "aquele equipamento que custou uma fortuna".


Essas dicas são do administrador Luiz Fernando Garcia, no livro "O inconsciente na sua vida profissional - A psicodinâmica nas relações de trabalho" (Ed. Gente).

Para Garcia, existem truques que diminuem a resistência do interlocutor na hora de receber o feedback, um deles é começar por aspectos positivos e depois ir abordando os pontos em que o interlocutor pode melhorar.


Confira as etapas do feedback, descortinadas pelo autor:


1- Preparação: antes de se sentar em frente ao outro, reflita com cuidado sobre o que vai falar, pensando em aspectos positivos e negativos, que retratem a sua opinião verdadeira. Preparar-se com antecedência ajuda a organizar as ideias e a hierarquizar o que de fato é importante. Isso o levará a refletir sobre aspectos positivos do outro, algo que contribui para a quebra de resistência;


2- Criar o ambiente adequado: o local deve ser reservado e neutro, mas se for você quem está propondo o feedback, é melhor que a conversa se dê na sala da outra pessoa. Deve-se dedicar toda a atenção à conversa, sem interrupções de secretária ou telefone. O motivo é que é importante que o ambiente contribua para que a conversa se inicie e transcorra com a menor tensão possível;


3- Definir as regras: deve-se combinar como se dará a conversa, propondo que o primeiro a dar o feedback fale tudo o que tem para falar, enquanto o outro escuta, apenas fazendo anotações, pois terá o direito de responder logo. Depois, os papéis se invertem. Evitar respostas de "bate-pronto" ajuda a conter a impulsividade e reduz a tensão. Ganha-se tempo para assimilar o que foi dito e refletir melhor sobre o que responder. Quem propôs o feedback deve deixar o outro à vontade para ser o primeiro a falar, se este preferir;


4- Na hora de ouvir...: ouça tudo o que o outro tem para falar sem interferir - apenas faça anotações, se possível já separando o que você acha pertinente e o que você não acha pertinente, para ajudá-lo a organizar a resposta. Ter a capacidade de ouvir sem retrucar na hora demonstra maturidade e interesse legítimo de melhorar. A resposta deve seguir o mesmo tom cordial e equilibrado do momento em que se dá o feedback;


5- Finalizando o feedback: quando os dois já tiverem falado e respondido, é importante que cada um faça um breve reforço dos pontos principais do feedback. É uma forma de ajudar o outro a organizar o pensamento e identificar o que foi mais importante numa conversa que normalmente dura entre 40 minutos e uma hora.


Para finalizar, o autor lembra que um feedback é uma importante ferramenta que auxilia no amadurecimento das relações interpessoais e não uma bronca, uma queixa ou uma lição de moral.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O que a empresa tem haver com a sua felicidade

Cientistas calculam que 50% da felicidade são determinados pela genética, 10% pelas circunstâncias de vida e 40% por pensamentos e ações. Uma empresa não tem como interferir na genética de um ser humano, mas pode representar uma circunstância de vida. No entanto, a circunstância de vida significa apenas 10% da felicidade. Além disso, sabemos que a vida não é composta apenas de aspectos profissionais. Existem as questões pessoais que não podem ser determinadas nem depender de uma empresa. Com isso, já perdemos uma parte desses 10% de felicidade. Mas ainda sobram os 40% relacionados com pensamentos e ações. Talvez uma empresa possa proporcionar a oportunidade de bons pensamentos e ações, mas certamente não tem como gerir e controlar esse processo.
Esses dados nos mostram aquilo que já sabemos: a felicidade depende diretamente de cada um. Não há como atribuir a uma empresa a responsabilidade pela felicidade de alguém. Porém, uma empresa é feita de pessoas. Portanto, quanto mais pessoas felizes trabalharem nela, melhor será o seu clima organizacional. Essa conclusão parece bastante óbvia – o problema é a quantidade de mal entendidos que a cercam.
Em primeiro lugar, é preciso lembrar que há quem continue atribuindo à empresa a responsabilidade pela sua motivação e/ou disposição. A frase: “esta empresa não me motiva” é comum em quase todos os ambientes empresariais.
Em segundo, como entidade abstrata, a empresa depende dos seus líderes para construir e manter o seu grau de felicidade. Portanto, é nos líderes que tudo começa ou, pelo menos, deveria começar.
Se 10% da felicidade é determinada por circunstâncias de vida e o trabalho é uma delas, certamente um bom nível de informação sobre objetivos, estratégias e resultados da empresa tornará a pessoa mais próxima e, conseqüentemente, melhor alinhada a tudo o que se refere a ela. Isso, sem dúvida alguma, fará a pessoa mais feliz no ambiente de trabalho.
Se 40% da felicidade é determinada por pensamentos e ações, quanto mais informações a empresa disponibilizar, melhores serão os pensamentos em relação a ela e melhores serão também as ações. Porque a informação bem trabalhada gera segurança, e as pessoas somente têm coragem para agir em favor da empresa quando se sentem seguras daquilo que fazem e daquilo que podem fazer.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Atitude é a característica mais procurada nos jovens

O diferencial mais procurado, atualmente, no mercado de trabalho é a atitude.

O jovem que possui atitude honesta, desbravadora, cooperativa e confiável, além de conhecimento, já está muito a frente de seus concorrentes na procura por emprego.
“A atitude é o que poderá ajudar os universitários a fazerem suas carreiras e a universidade deveria apostar no desenvolvimento deste item. Deveria mostrar a diferença para os alunos, sendo que a prática pode ajudar muito nesta questão”, segundo Isabel Airis, palestrante do programa Sao Executive Experience, que acontece entre os dias 19 e 26 de julho em São Paulo.
Segundo Isabel, a falta de vivência e prática de mercado entre os jovens acaba por gerar decepções no contato com o mundo real, onde teoria é apenas uma referência. Ela acredita que as universidades poderiam se esforçar mais no sentido de unir escola e empresa a fim de preparar futuros profissionais. “Entrevisto jovens, muitas vezes sonhadores, outras com "salto alto", outros que não conseguem se expressar no nosso próprio idioma. É universitário, mas o nível não condiz com este status. Isso sem falar na atitude, na auto-estima, na capacidade de planejamento da própria carreira. Formar para o mercado é formar também para o desenvolvimento de carreira”.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Governo gaucho reforça o cardápio das escolas estaduais com bebida láctea

Enquanto o governo do Estado de São Paulo se envolve na polêmica da redução das cotas do programa Viva Leite, o governo do Rio Grande do Sul inova e inclui no cardápio das escolas estaduais mais um derivado de leite.
No dia 30 de abril foi anunciada a inclusão da bebida láctea no cardápio das escolas estaduais gaúchas.
Além de ajudar as crianças a obter o cálcio de que necessitam para o crescimento. A medida reforça a produção do setor leiteiro.
O maior problema nutricional em crianças e adolecentes, nos últimos anos, é o aumento de peso. A bebida láctea, nos seus vários sabores, deve funcionar como substituto do consumo de refrigerantes, sucos de frutas e biscoitos.
Segundo estudos de nutricionistas, as crianças que consomem a bebida láctea aromatizada tendem a beber menos alimentos nulos de nutrientes como os refrigerantes e bebidas açucaradas de frutas ou até mesmo biscoitos, consumindo mais leite e obtendo mais cálcio e outros nutrientes cítricos, sem ingerir maior quantidade de açúcar ou gordura. É a substituição de alimentos menos pobres em nutrientes por um produto mais rico e seguro.
Essa medida, tomada pelo governo gaucho, reforçará a produção de leite do Estado em um momento de crise mundial, trazendo mais renda aos produtores e desenvolvimento para o setor.

Chega ao Brasil o novo conceito da Coca Cola



"Abra a Felicidade". Essa é a mensagem com a qual a Coca-Cola passa a se comunicar com o público brasileiro a partir de agora. A nova campanha é uma versão nacional do conceito global "Open Happiness", criado pelos escritórios dos Estados Unidos e da Holanda da agência Wieden + Kennedy e pretende sustentar-se na propagação do otimismo e da alegria, convidando as pessoas a viver uma vida mais feliz.


O primeiro comercial no Brasil, que entrou no ar em 14 de junho, no intervalo do programa Fantástico, da Rede Globo, foi produzido no formato de animação e brinca com uma atmosfera de magia.


Com o nome de "Furto", o filme mostra vários insetos armando um plano coletivo para a beber a Coca-Cola de um distraído rapaz que está descansado em um gramado. A trilha sonora e a movimentação dos insetos trazem a atmosfera do conceito da marca, que apela para o uso da imaginação nas situações simples do dia-a-dia.


O segundo filme da campanha, chamado de "Biblioteca", mostra dois jovens em um momento de estudo. A mágica acontece quando um começa a mostrar os seus desenhos ao outro e as imagens ganham vida.


No ambiente da internet a marca também pretende propagar a sua energia otimista. No site oficial da Coca-Cola, os internautas poderão baixar wallpapers, ringtones e emoticons, além de ouvirem a trilha sonora da campanha e obterem mais informações a respeito do novo conceito.

O slogan "Abra a Felicidade" substitui a assinatura "Viva o Lado Coca-Cola da Vida", lançada no Brasil em outubro de 2006.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Niki Lauda recebe seu primeiro Embraer 190


O ex-piloto e tricampeão de Fórmula 1 Niki Lauda recebeu nesta quinta-feira, em São José dos Campos (SP), o primeiro dos cinco aviões da Embraer que comprou para sua companhia aérea comercial, a austríaca Niki Luftfahrt, que opera na Europa. Cada aeronave, do modelo Embraer 190, custa US$ 39,5 milhões (cerca de R$ 82,7 milhões).
O avião possui capacidade para 100 assentos, atinge entre 800 e 900 km/h e pode percorrer 4 mil milhas.

A aeronave será usada para viagens entre Viena a Innsbruck. O próprio Niki Lauda vai levar o avião para a Áustria. "Eu pilotei essa aeronave no teste e é um dos aviões mais confortáveis que eu já vi", disse o ex-piloto de F1.
Lauda abriu sua companhia aérea de baixo custo em dezembro de 2003 e opera vôos para Frankfurt, Munique, Zurique, Paris, Milão, Roma e Estocolmo.

O negócio entre a Embraer e Niki Lauda foi fechado em julho do ano passado, durante uma feira no Reino Unido. Ele tem direito de compra de mais cinco aviões.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Kaplan tem razão

Co-idealizador do festejado método de gestão "Balanced Scorecard", Robert Kaplan tem toda razão ao afirmar que: "o que não é medido não pode ser gerenciado".
Então, muito cuidado quando estabelecerem objetivos para as empresas e para as suas vidas privadas. Se o objetivo não estiver temporizado e quantificado, não poderá ser gerenciado e, dificilmente, será obtido.