segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Sam Walton sabia das coisas



Circula na internet um material atribuido ao fundador do Wal-Mart, Sam Walton. Se ele é o verdadeiro autor, não tenho como saber e nem tem muita importância, o que interessa é que a matéria espelha a realidade da vida das empresas e dos clientes.


Vamos ao material, então:


”Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.
Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.
Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.
Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.
Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.
Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.
Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas. Engana-se. Sabe quem eu sou?
EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!
Divirto-me vendo milhões sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma. Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de CORTESIA”.
“CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR.”

Nem Kotler acredita mais nas suas velhas verdades

O premiado autor de Administração e Marketing Philip Kotler, em artigo publicado na HSM, fala sobre suas velhas verdades e sobre as inquestionáveis mudanças ambientais que estão ocorrendo, cada vez mais rápido.
Sobre como elaborar uma plano de marketing, o autor faz a seguinte colocação:
"Não há receitas mágicas a seguir. Não há leis universais para guiar os movimentos no âmbito econômico atual. Cada empresa deve forjar sua própria estrutura de qualidade e atividades de marketing. Uma estratégia sólida diferenciará uma empresa de suas concorrentes. Uma estratégia sólida não é fácil de imitar, já que inclui diversas variáveis dentro da arquitetura estratégica".
"Os desafios que hoje enfrentam as empresas são enormes. De um lado, satisfazer os consumidores de seus produtos e serviços, que se caracterizam por ser mais exigentes, ser sensíveis aos preços, possuir altas expectativas, ser pouco sensíveis à marca e ser muito menos leais. Para satisfazer os consumidores, é imprescindível que se desenvolva uma estratégia sob-medida. As empresas que fazem marketing inteligente melhoram seu conhecimento sobre o cliente e sobre as tecnologias de conexão com ele. Convidam-no a participar do design do produto, integram comunicações de marketing, apelam para mais tecnologias, estão à disposição de seus clientes permanentemente e associam-se aos seus canais de distribuição. Em suma, oferecem um valor superior".
Para Kotler o futuro é agora e as empresas varejistas deixaram de vender produtos para vender uam experiência. A dificuldade, para elas, é criar planos para reter e fidelizar os clientes, cada vez mais infieis. Cada cliente precisa ser analisado e cuidado em separado.
Sobre publicidade, Kotler alerta que o modelo tradicional não funciona mais. As empresas estão, cada vez mais, destinando suas verbas para as promoções não tradicionais.
"Está claro que a maneira de proceder nos mercados deve mudar ao ritmo em que muda o mundo. As empresas de sucesso serão –e já são– aquelas que fizerem com que seu marketing seja tão dinâmico quanto o mundo em que vivemos", finalizou o mestre.

sábado, 29 de agosto de 2009

Ministério do Meio Ambiente quer acabar com as sacolinhas



Até as crianças do grupo sabem que as sacolinhas de supermercado são as grandes vilãs para o controle ambiental. Elas levam 400 anos para se decompor, resultando num acumulo monstruoso, mesmo nos aterros sanitários mais bem cuidados. São aproximadamente 800 sacolinhas por ano, para cada brasileiro.


Tentando sensibilizar a população para esse problema e convence-la a utilizar sacolas retornaveis, o MMA resolveu desenvolver a campanha “Saco é um saco: Pra cidade, pro planeta, pro futuro e pra você”.


Essa campanha, de forma isolada, não resolve a principal causa do acumulo das sacolinhas nos aterros sanitários, nos esgotos e até mesmo em áreas preservadas. É uma característica da sociedade brasileira: o reuso para o acondicionamento de lixo, que acontece em todas as classes sociais. Desde 1980 elas causaram uma revolução na coleta de lixo, principalmente para as populações de classe baixa, que não compravam – e ainda não tem o costume de comprar – sacos de lixo por causa do preço.


Mesmo aqueles horrendos sacos de lixo são poluentes e causam danos ao meio ambiente. O correto seria mandar o plástico para a reciclagem e o lixo orgânico para a compostagem. E, como é que o lixo orgânico seria coletado? Voltariamos a usar as latas de lixo, colocadas nas portas das residências e, depois, despejadas nas caçambas do caminhões de coleta?


Não adianta insistir na não reutilização das sacolinhas como recipientes para acondicionar e transportar lixo, se o poder público não tem a solução. A campanha teria que mostrar os malefícios das sacolinhas e apresentar a alternativa correta para o descarte do lixo orgânico.

Falando de Sustentabilidade



No dia 04 de setembro em São Paulo, se realiza o Dia Benchmarking, Compartilhar para Crescer, onde será conhecido Ranking 2009 das empresas e instituições reconhecidas como detentoras das melhores práticas de sustentabilidade. São os vencedores da Edição 2009 que inovaram e conquistaram avanços na preservação do meio ambiente natural e social, e competitividade para a organização. Está em sua 7ª edição, e tem por objetivo central, identificar, reconhecer, e compartilhar com a sociedade soluções e práticas inovadoras das empresas e gestores frente as questões socioambientais.
Na edição 2009, foram selecionadas 30 instituições que pela excelência de suas práticas apresentaram soluções inovadoras para a preservação ambiental, melhoria das comunidades, e competitividade para a organização adotante. Cases com indicadores positivos nas dimensões socio-econômico-ambiental que os tornam referencias da sustentabilidade. A prática Benchmarking é uma ferramenta de desenvolvimento gerencial que tem no aprendizado sua base central. Um aprendizado espelhado nos melhores exemplos e cases práticos.
O “Dia Benchmarking, Compartilhar para Crescer” acontece dia 04 de setembro, 6ª feira, em evento fechado para um de ambientalistas, especialistas, personalidades acadêmicas e autoridades convidadas. Será no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo. Na ocasião serão apresentados os cases selecionados, cujos temas vão do uso consciente de sacolinhas (Wal Mart) ao inventário de emissão de gases de efeito estufa (Souza Cruz), passando por tecnologia limpa (Johnson & Johnson) e gestão de ecoeficiência (Bradesco), dentre outros.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

N900 da Nokia, esse é o bicho


Eu imaginava que já havia superado a minha loucura por celulares. Nem o Iphone me tirou o folego.
Agora, a Nokia está lançando o N900, o primeiro celular com software linux.
Pela primeira vez, a empresa vai utilizar o sistema Maemo 5 e não o Symbian, presente em mais da metade do mercado de smartphones. O N900 terá tela touchscreen de 3,5 polegadas, memória de 32GB, slot para cartões microSD, câmera de 5MP, além de rádio FM e conexões 3G, Wi-Fi e GPS.
O N900 chega ao mercado mundial no começo de outubro e sai por cerca de 712 dólares, enquanto que o iPhone custa 699 dólares, na versão de 32GB de capacidade.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

50 anos do MiniCooper



Para comemorar os 50 anos do MiniCooper, que aconteceu no último dia 26 de agosto, a BMW lançou o Mini Coupê Concept.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

O que fazer com os disquetes que não servem para mais nada



Está aí uma dica para quem não sabe o que fazer com aquele montão de disquetes que não servem para mais nada.