quarta-feira, 15 de julho de 2009

Os carros mais caros do Brasil







Com o dinheiro equivalente ao preço de um único exemplar do carro mais caro do Brasil é possível comprar 101 Fiat Uno Mille Zero quilometro. Enquanto o automóvel da Fiat custa R$ 23.204, a Ferrari F599 GTB Fiorano não sai por menos de R$ 2.365.914.
Veja os 10 carros mais caros comercializados no mercado brasileiro:
1º Ferrari
F599 GTB Fiorano
R$ 2.365.914,00

2º Ferrari
612 Scaglietti
R$ 2.288.745,00

3º Ferrari
F430 Scuderia
R$ 1.683.930,00

4º Ferrari
F430 Spider
R$ 1.598.454,00

5º Ferrari
F430 F1
R$ 1.396.558,00

6º Mercedes
S-65 AMG
R$ 863.537,00

7º Mercedes
SL-65 AMG
R$ 851.358,00

8º Maserati
GranTurismo
R$ 766.518,00

9º Maserati
Quattroporte Automatica
R$ 739.850,00

10º Porsche
911 Turbo Cabriolet
R$ 733.825,00

Microsoft oferece versão Office de graça



A Microsoft decidiu apostar em uma estratégia ousada para tentar ganhar um maior espaço no universo da web e competir com o gigante das buscas Google.

Nessa última segunda-feira, 13 de julho, a companhia divulgou que lançará uma versão gratuita do seu pacote Office.Chamado de "Office Web", o programa poderá ser baixado gratuitamente via internet e compreenderá os editores de textos Word, o de planilhas Excel, o de apresentações Power Point e o de anotações Notepad.

A diferença da versão original, segundo a Microsoft, é que o pacote Office gratuito conta com um pouco menos de recursos.

Na semana passada o Google anunciou para o próximo ano o aguardado lançamento do Chrome OS, um sistema operacional que competirá diretamente com o Windows, da Microsoft.

O fato de disponibilizar o seu pacote gratuitamente pela web pode ser vista como uma resposta da Microsoft para as investidas do Google, já que o modelo tradicional de captação de receitas da companhia reside na comercialização de seus pacotes e aplicativos, ao contrário do Google, cuja receita provém dos negócios obtidos com os links patrocinados e anúncios.

Brasil tem novo recorde na internet



Seja navegando em variados sites, acessando caixas de e-mails ou utilizando aplicativos como Messenger, redes sociais e programas de músicas, os brasileiros passaram, em média, 69 horas e 55 minutos conectados na internet no último mês de junho.
O número - que representa uma marca recorde no País - é resultado da pesquisa mensal feita pelo instituto Ibope Nielsen Online. De acordo com os dados do estudo, o Brasil continua na liderança em tempo de utilização da internet. Considerando somente a navegação em páginas da web, os brasileiros passaram uma média de 44 horas e 59 minutos conectados, tempo 10,6% maior do que o registrado no último mês de maio.Em relação ao uso residencial de internet, o mês de junho também registrou um recorde.
Nesse período, as pessoas que possuem acesso à rede em suas residências passaram uma média de 27 horas e 48 minutos conectadas. O recorde anterior havia sido batido no mês de março deste ano, com uma média de navegação de 26 horas e 15 minutos. A média total de tempo de conexão superou a marca de 69 horas porque o Ibope Nielsen passou a considerar, também, a utilização da internet no ambiente de trabalho, fator que amplia bastante o tempo de conexão. Depois do Brasil, o país com maior tempo médio de navegação é o Japão (68 horas e 14 minutos) seguido dos Estados Unidos (65 horas e 10 minutos).
Ainda de acordo com os resultados da pesquisas, atualmente existem cerca de 40,2 milhões de brasileiros que residem em locais com acesso a internet. Considerando toda a população maior de 16 anos, o Ibope projeta a existência de 62,3 milhões de brasileiros com acesso freqüente à rede, seja do ambiente de trabalho, residencial, escolas ou de locais públicos.
Subcategorias
A pesquisa também procurou mapear os locais e ambientes da web em que os internautas passam maior tempo. Nesse quesito, os comunicadores instantâneos mantêm-se na liderança, ocupando 7 horas e 15 minutos da navegação média mensal dos brasileiros. Em segundo lugar aparecem as comunidades sociais, com 4 horas e 17 minutos e, em terceiro, o e-mail, com 2 horas e 47 minutos.
Em comparação com o último mês de maio, a subcategoria que apresentou um maior crescimento no interesse dos internautas foram os portais. Nesse último mês de junho, os brasileiros passaram, em média, uma hora e 29 minutos navegando em portais, tempo 22% maior do que o registrado no mês anterior.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Polaroid lança impressora portátil para fotos



A Polaroid, aquela antiga empresa fabricante de máquinas fotográficas e filmes, acaba de lançar uma impressora de fotos digitais ultra-portátil. É a primeira impressora de bolso que chega ao mercado. É a Polaroid PoGo.

Utilizando um sistema de impressão que não exige cartuchos e recebe as imagens por USB ou Bluetooth, o equipamento permite que uma fotografia seja revelada imediatamente após ter sido clicada, em qualquer lugar, a qualquer hora.

Essa impressora é do tamanho de uma carta de baralho, pesa 227 gramas e usa bateria recarregável.

No mercado europeu, a PoGo chegou em 1 de julho, custa 70 euros e funciona com um papel especial, que tem milhões de cristais e forma a imagem desejada ao receber calor da impressora.

Como diminuir a resistência nos feedbacks

Ser descritivo, no lugar de avaliativo, e ser específico, em vez de generalista. Essas duas recomendações são essenciais na hora do feedback. A primeira diz respeito aos relatos objetivos, que evitam julgamentos, de maneira que é melhor citar "aquele equipamento que custou R$ 20 mil" do que "aquele equipamento que custou uma fortuna".


Essas dicas são do administrador Luiz Fernando Garcia, no livro "O inconsciente na sua vida profissional - A psicodinâmica nas relações de trabalho" (Ed. Gente).

Para Garcia, existem truques que diminuem a resistência do interlocutor na hora de receber o feedback, um deles é começar por aspectos positivos e depois ir abordando os pontos em que o interlocutor pode melhorar.


Confira as etapas do feedback, descortinadas pelo autor:


1- Preparação: antes de se sentar em frente ao outro, reflita com cuidado sobre o que vai falar, pensando em aspectos positivos e negativos, que retratem a sua opinião verdadeira. Preparar-se com antecedência ajuda a organizar as ideias e a hierarquizar o que de fato é importante. Isso o levará a refletir sobre aspectos positivos do outro, algo que contribui para a quebra de resistência;


2- Criar o ambiente adequado: o local deve ser reservado e neutro, mas se for você quem está propondo o feedback, é melhor que a conversa se dê na sala da outra pessoa. Deve-se dedicar toda a atenção à conversa, sem interrupções de secretária ou telefone. O motivo é que é importante que o ambiente contribua para que a conversa se inicie e transcorra com a menor tensão possível;


3- Definir as regras: deve-se combinar como se dará a conversa, propondo que o primeiro a dar o feedback fale tudo o que tem para falar, enquanto o outro escuta, apenas fazendo anotações, pois terá o direito de responder logo. Depois, os papéis se invertem. Evitar respostas de "bate-pronto" ajuda a conter a impulsividade e reduz a tensão. Ganha-se tempo para assimilar o que foi dito e refletir melhor sobre o que responder. Quem propôs o feedback deve deixar o outro à vontade para ser o primeiro a falar, se este preferir;


4- Na hora de ouvir...: ouça tudo o que o outro tem para falar sem interferir - apenas faça anotações, se possível já separando o que você acha pertinente e o que você não acha pertinente, para ajudá-lo a organizar a resposta. Ter a capacidade de ouvir sem retrucar na hora demonstra maturidade e interesse legítimo de melhorar. A resposta deve seguir o mesmo tom cordial e equilibrado do momento em que se dá o feedback;


5- Finalizando o feedback: quando os dois já tiverem falado e respondido, é importante que cada um faça um breve reforço dos pontos principais do feedback. É uma forma de ajudar o outro a organizar o pensamento e identificar o que foi mais importante numa conversa que normalmente dura entre 40 minutos e uma hora.


Para finalizar, o autor lembra que um feedback é uma importante ferramenta que auxilia no amadurecimento das relações interpessoais e não uma bronca, uma queixa ou uma lição de moral.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

O que a empresa tem haver com a sua felicidade

Cientistas calculam que 50% da felicidade são determinados pela genética, 10% pelas circunstâncias de vida e 40% por pensamentos e ações. Uma empresa não tem como interferir na genética de um ser humano, mas pode representar uma circunstância de vida. No entanto, a circunstância de vida significa apenas 10% da felicidade. Além disso, sabemos que a vida não é composta apenas de aspectos profissionais. Existem as questões pessoais que não podem ser determinadas nem depender de uma empresa. Com isso, já perdemos uma parte desses 10% de felicidade. Mas ainda sobram os 40% relacionados com pensamentos e ações. Talvez uma empresa possa proporcionar a oportunidade de bons pensamentos e ações, mas certamente não tem como gerir e controlar esse processo.
Esses dados nos mostram aquilo que já sabemos: a felicidade depende diretamente de cada um. Não há como atribuir a uma empresa a responsabilidade pela felicidade de alguém. Porém, uma empresa é feita de pessoas. Portanto, quanto mais pessoas felizes trabalharem nela, melhor será o seu clima organizacional. Essa conclusão parece bastante óbvia – o problema é a quantidade de mal entendidos que a cercam.
Em primeiro lugar, é preciso lembrar que há quem continue atribuindo à empresa a responsabilidade pela sua motivação e/ou disposição. A frase: “esta empresa não me motiva” é comum em quase todos os ambientes empresariais.
Em segundo, como entidade abstrata, a empresa depende dos seus líderes para construir e manter o seu grau de felicidade. Portanto, é nos líderes que tudo começa ou, pelo menos, deveria começar.
Se 10% da felicidade é determinada por circunstâncias de vida e o trabalho é uma delas, certamente um bom nível de informação sobre objetivos, estratégias e resultados da empresa tornará a pessoa mais próxima e, conseqüentemente, melhor alinhada a tudo o que se refere a ela. Isso, sem dúvida alguma, fará a pessoa mais feliz no ambiente de trabalho.
Se 40% da felicidade é determinada por pensamentos e ações, quanto mais informações a empresa disponibilizar, melhores serão os pensamentos em relação a ela e melhores serão também as ações. Porque a informação bem trabalhada gera segurança, e as pessoas somente têm coragem para agir em favor da empresa quando se sentem seguras daquilo que fazem e daquilo que podem fazer.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Atitude é a característica mais procurada nos jovens

O diferencial mais procurado, atualmente, no mercado de trabalho é a atitude.

O jovem que possui atitude honesta, desbravadora, cooperativa e confiável, além de conhecimento, já está muito a frente de seus concorrentes na procura por emprego.
“A atitude é o que poderá ajudar os universitários a fazerem suas carreiras e a universidade deveria apostar no desenvolvimento deste item. Deveria mostrar a diferença para os alunos, sendo que a prática pode ajudar muito nesta questão”, segundo Isabel Airis, palestrante do programa Sao Executive Experience, que acontece entre os dias 19 e 26 de julho em São Paulo.
Segundo Isabel, a falta de vivência e prática de mercado entre os jovens acaba por gerar decepções no contato com o mundo real, onde teoria é apenas uma referência. Ela acredita que as universidades poderiam se esforçar mais no sentido de unir escola e empresa a fim de preparar futuros profissionais. “Entrevisto jovens, muitas vezes sonhadores, outras com "salto alto", outros que não conseguem se expressar no nosso próprio idioma. É universitário, mas o nível não condiz com este status. Isso sem falar na atitude, na auto-estima, na capacidade de planejamento da própria carreira. Formar para o mercado é formar também para o desenvolvimento de carreira”.